segunda-feira, 8 de junho de 2026

O Poder de Ignorar o Que Não Importa - Book review do livro "A arte súbtil de dizer que se f*da"


 O Poder de Ignorar o Que Não Importa - Book review do livro "A arte súbtil de dizer que se f*da"






Introdução:

O presente relatório tem como objetivo analisar a obra A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se Fda*, de Mark Manson, publicada em 2016. O livro tornou-se um fenómeno mundial ao apresentar uma abordagem diferente da literatura tradicional de autoajuda, defendendo que a felicidade não resulta da procura constante pelo sucesso ou pelo pensamento positivo, mas sim da aceitação das dificuldades e limitações da vida.

Através de uma linguagem direta e provocadora, o autor desafia o leitor a refletir sobre os seus valores, prioridades e responsabilidades, incentivando uma vida mais autêntica e consciente.




Sobre o autor:

Antes de alcançar o sucesso, Mark Manson enfrentou diversos desafios pessoais e profissionais. Levava uma vida desorganizada, procurava constantemente validação externa e teve várias rejeições enquanto tentava construir uma carreira como escritor.

O ponto de viragem ocorreu quando percebeu que o seu estilo de vida não lhe trazia satisfação. A partir desse momento, começou a focar-se na honestidade consigo próprio, abandonando a necessidade de impressionar os outros. Essa mudança levou à criação de conteúdos mais autênticos, que conquistaram um grande público e culminaram na publicação do livro que o tornou conhecido mundialmente.




Principais Ideias da Obra:

A mensagem central do livro é que nem tudo merece a nossa atenção ou preocupação. Segundo Manson, os problemas e fracassos fazem parte da vida e são essenciais para o crescimento pessoal. Em vez de procurar evitar o sofrimento, devemos aprender a lidar com ele de forma consciente e responsável.

O autor critica o chamado “pensamento positivo tóxico”, argumentando que a sociedade cria expectativas irreais ao promover a ideia de que devemos estar felizes o tempo todo. Para Manson, o sofrimento, a tristeza e as dificuldades são elementos inevitáveis da experiência humana e devem ser aceites como parte do processo de desenvolvimento pessoal.

Outro conceito importante é a necessidade de aceitar as próprias limitações e imperfeições. O autoconhecimento, a aceitação e o foco no que realmente importa são apresentados como caminhos para uma vida mais equilibrada. 



A Importância da Escolha das Batalhas:

Uma das reflexões mais relevantes do livro é a ideia de que todos sofremos, mas podemos escolher por que motivos estamos dispostos a sofrer. O autor defende que o sucesso e a realização exigem esforço, disciplina e sacrifício. Assim, a questão mais importante não é o que desejamos alcançar, mas sim quais dificuldades estamos dispostos a enfrentar para atingir os nossos objetivos.

Esta perspetiva leva o leitor a refletir sobre as suas prioridades e a investir tempo e energia apenas naquilo que considera verdadeiramente importante.

A Crítica à Necessidade de Ser Especial:

No capítulo “Você Não é Especial”, Mark Manson critica a obsessão moderna por ser extraordinário. Segundo o autor, aceitar que somos pessoas comuns permite viver de forma mais tranquila e apreciar os pequenos momentos do quotidiano.

A comparação constante com os outros tende a gerar ansiedade, insatisfação e frustração. Em contrapartida, a aceitação da própria realidade promove equilíbrio emocional e maior satisfação com a vida.


Relação com a Liderança e Comunicação:

A obra apresenta várias ligações aos temas da liderança e comunicação. Em primeiro lugar, destaca a importância de definir prioridades, uma competência essencial para qualquer líder. Além disso, a aceitação dos erros contribui para o desenvolvimento de uma liderança resiliente, baseada na aprendizagem contínua.

No campo da comunicação, o livro incentiva a clareza, a autenticidade e a assertividade. A capacidade de estabelecer limites, dizer “não” quando necessário e comunicar de forma honesta são aspetos fundamentais para relações interpessoais mais saudáveis e eficazes.


Experiência como Leitora:

A leitura de A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se Fda*, de Mark Manson, foi uma experiência interessante e diferente dos livros de desenvolvimento pessoal que habitualmente encontramos. Desde o início, a linguagem direta, simples e sem filtros chamou a minha atenção, tornando a leitura dinâmica e envolvente.

Ao longo do livro, senti que o autor nos confronta com várias verdades que muitas vezes evitamos aceitar. A ideia de que nem sempre temos de ser felizes, perfeitos ou extraordinários fez-me refletir sobre a pressão que a sociedade coloca nas pessoas para alcançarem sucesso constante. Esta abordagem ajudou-me a compreender que os erros, as dificuldades e os momentos menos positivos fazem parte do crescimento pessoal.

Um dos aspetos que mais me marcou foi a importância de escolher onde investir a nossa energia e atenção. Percebi que muitas vezes nos preocupamos com situações que não acrescentam valor à nossa vida, esquecendo aquilo que realmente é importante. O livro levou-me a refletir sobre as minhas prioridades e sobre a forma como enfrento os desafios do dia a dia.

No geral, considero que esta foi uma leitura enriquecedora, que me proporcionou novas perspetivas sobre a felicidade, o sucesso e a aceitação das dificuldades.


Review da Obra:

A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se Fda* é uma obra de desenvolvimento pessoal publicada por Mark Manson em 2016. Ao contrário de muitos livros de autoajuda que defendem o pensamento positivo constante, o autor apresenta uma visão mais realista da vida, baseada na aceitação das dificuldades e imperfeições humanas.

A principal mensagem do livro é que não devemos preocupar-nos com tudo. Como a nossa energia e atenção são limitadas, devemos concentrá-las apenas naquilo que realmente tem importância e significado. O autor defende que o sofrimento é inevitável e que o crescimento pessoal depende da forma como escolhemos enfrentar os problemas.

Entre os pontos fortes da obra destacam-se a linguagem acessível, os exemplos práticos e a capacidade de provocar reflexão. O livro apresenta conceitos simples, mas profundos, que podem ser aplicados na vida pessoal, académica e profissional.

Como ponto menos positivo, algumas pessoas poderão considerar a linguagem utilizada demasiado informal ou provocadora. No entanto, essa característica faz parte da identidade da obra e contribui para transmitir a mensagem de forma mais direta.


Sobre a Reviewer:

O meu nome é Raquel Monteiro e sou estudante de Gestão de Turismo no ISMAT.

Ao escrever esta book review, procurei não apenas analisar a obra A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se Fda*, mas também refletir sobre a forma como as suas mensagens se relacionam com a minha vida pessoal, académica e profissional. A leitura deste livro permitiu-me pensar sobre a importância de definir prioridades, aceitar desafios e desenvolver uma visão mais realista sobre o sucesso e o crescimento pessoal.

Considero-me uma pessoa ativa, curiosa e sempre pronta para enfrentar novos desafios. Gosto de aprender, evoluir e sair da minha zona de conforto, tanto a nível pessoal como profissional. Acredito que o desenvolvimento contínuo é essencial para alcançar objetivos e construir um futuro sólido.

Na minha opinião, a liderança começa pelo autoconhecimento e pela capacidade de assumir responsabilidades pelas próprias escolhas. Um bom líder deve saber ouvir, comunicar de forma clara, inspirar confiança e tomar decisões conscientes, mesmo perante dificuldades. Mais do que dar ordens, liderar significa orientar, motivar e contribuir para o crescimento das pessoas à nossa volta.

Relativamente à área do turismo, considero que é um setor dinâmico, desafiante e em constante evolução. Os profissionais desta área precisam de desenvolver competências de comunicação, organização, adaptação e liderança para responder às necessidades de clientes cada vez mais exigentes. Como futura profissional de Turismo, pretendo continuar a desenvolver estas competências, contribuindo para criar experiências positivas e memoráveis para os visitantes, sempre com profissionalismo, responsabilidade e dedicação.



Caro Leitor/a,  para citar esta Book Review, use esta referência final:

Monteiro, R. (2026). O Poder de Escolher: Uma Book Review sobre Liderança, Comunicação e Desenvolvimento Pessoal em A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se Fda.* Book Review orientada por PhD Patrícia Araújo no âmbito da unidade curricular de Técnicas de Liderança e Comunicação. ISMAT – Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

A arte de viver com propósito - Book Review do livro "O Monge que vendeu o seu Ferrari"

   

 A arte de viver com propósito  


Book Review do livro "O Monge que vendeu o seu Ferrari"


Sobre o autor:

Nascido a 16 de junho de 1964, em Port Hawkesbury, no Canadá, Robin Sharma tornou‑se uma das vozes mais influentes no campo da liderança e do desenvolvimento pessoal. 
Formado em Direito e antigo advogado, Robin Sharma deixou a carreira jurídica para se dedicar à escrita e ao coaching, tornando-se rapidamente uma referência mundial. As suas obras, traduzidas para mais de 50 idiomas, combinam espiritualidade, psicologia positiva e estratégias de alta performance, sempre com foco na liderança interior e no autodomínio. 


Sumário da obra: 

"O monge que vendeu o seu Ferrari", publicado em 1996, apresenta a transformação profunda de Julian Mantle, um advogado brilhante mas emocionalmente esgotado, que vive preso ao ritmo frenético do sucesso material. Após sofrer um colapso físico em pleno tribunal, Julian percebe que a sua vida, embora admirada por muitos, estava vazia de propósito e equilíbrio. Decide então abandonar tudo, e parte para a Índia em busca de respostas.

Nos Himalaias, encontra os Sábios de Sivana, uma comunidade dedicada à sabedoria, disciplina e autodomínio. É com eles que Julian aprende sete princípios fundamentais para viver com mais consciência e plenitude: dominar a mente, definir objetivos com propósito, cultivar disciplina, valorizar o tempo, servir os outros, viver no presente e praticar kaizen, a melhoria contínua.

Através de metáforas simples e ensinamentos práticos, Robin Sharma constrói uma narrativa inspiradora que convida o leitor a refletir sobre o verdadeiro significado de sucesso, felicidade e liderança interior.


Reflexão integrativa com a unidade curricular (UC), Técnicas de liderança e Comunicação:

A leitura de "O Monge que Vendeu o Seu Ferrari" permitiu-me estabelecer uma ligação direta com os conteúdos trabalhados na UC de Técnicas de Liderança e Comunicação, sobretudo no que diz respeito ao desenvolvimento da liderança interior, da motivação intrínseca e da gestão emocional. Tal como explorado nas aulas, a liderança eficaz começa no autoconhecimento e na capacidade de cada indivíduo gerir os seus próprios pensamentos, emoções e comportamentos antes de influenciar os outros. 

A jornada de Julian Mantle reflete precisamente esta premissa: ele só se torna verdadeiramente capaz de liderar quando aprende a dominar a mente, a definir objetivos com propósito e a cultivar disciplina, competências essenciais para qualquer líder contemporâneo. Além disso, o livro reforça conceitos abordados na UC, como a importância da comunicação consciente, da negociação baseada em empatia e da motivação sustentada por valores internos, e não por recompensas externas. 

Assim, a obra funcionou como um complemento prático e inspirador da teoria estudada, ajudando-me a consolidar aprendizagens e a compreender como a liderança começa sempre por um processo de transformação pessoal.


Experiência como leitora:

Ler "O Monge que Vendeu o Seu Ferrari" foi uma experiência transformadora, não apenas enquanto estudante, mas sobretudo enquanto pessoa. A narrativa levou-me a refletir sobre aspetos da minha própria vida que muitas vezes ficam esquecidos no meio da rotina: o equilíbrio emocional, a gestão do tempo, a disciplina e, acima de tudo, o propósito.

 Senti que o livro me convidou a abrandar, a observar os meus hábitos e a questionar se estou realmente a viver de acordo com aquilo que considero importante. Algumas das práticas sugeridas, como o foco no presente, a melhoria contínua e o cuidado com a mente, fizeram-me perceber que pequenas mudanças diárias podem ter um impacto enorme no bem-estar e no desempenho académico. 



Experiência como Reviewer:

Escrever esta book review foi, para mim, um processo tão transformador quanto a própria leitura do livro. Ao reler as minhas notas, organizar ideias e refletir sobre as mensagens transmitidas pelo livro, percebi que a escrita me obrigou a aprofundar conceitos que, inicialmente, tinha apenas compreendido de forma mais superficial. Ser reviewer não foi apenas descrever o conteúdo, mas sim revisitar cada ensinamento e questionar o seu impacto na minha vida, nos meus hábitos e na forma como encaro a liderança.

No final, fiquei com a sensação de que este livro não é apenas para ser lido, mas também para ser vivido.


Sobre a Reviewer:

O meu nome é Marta Freitas e sou estudante de Gestão de Turismo no ISMAT. Ao escrever esta book review, procurei não só analisar a obra, mas também refletir sobre o seu impacto no meu próprio percurso académico e pessoal. Considero-me uma pessoa curiosa, dedicada e motivada a crescer continuamente, e esta experiência permitiu-me aprofundar essa vontade de evoluir. Acredito que a liderança começa dentro de nós, e é exatamente essa consciência que procuro desenvolver enquanto futura profissional na área do turismo.



 Caro/a Leitor, para citar esta Book Review, use esta referência final:

Freitas, M. (2026). O Monge que Vendeu o Seu Ferrari – Uma Book Review sobre Liderança Interior e Transformação Pessoal. Book Review orientada por PhD Patrícia Araújo no âmbito da unidade curricular de ‘Técnicas de Liderança e Comunicação’. ISMAT – Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes. 









quinta-feira, 28 de maio de 2026

Resolva ser Feliz - Book Review da Obra "A Equação da Felicidade", de Mo Gawdat, por Eva Oliveira

    Sobre o autor

        Nascido a 20 de junho de 1967 (58 anos) no Egito, Mo Gawdat estudou intensivamente nas melhores escolas de negócios e gestão, tornando-se assim engenheiro, empreendedor e ex-Chief Business Officer da Google X. Apesar de uma vida aparentemente perfeita, com uma carreira de sucesso, família linda e estabilidade financeira, vivia numa profunda contradição, quanto mais acumulava, menos feliz se sentia. Foi esta dissonância que o levou a estudar a felicidade de forma sistemática, quase como um problema de engenharia, à procura de uma fórmula aplicável à vida real. Mais informações sobre o autor e o seu trabalho podem ser encontradas no site oficial de Mo Gawdat.
        A sua missão tornou-se clara após a morte inesperada do filho Ali, durante uma cirurgia de rotina, um momento que poderia ter destruído qualquer pessoa, mas Gawdat transformou-o no ponto de partida para uma das obras mais honestas sobre felicidade que exitem.

    Sumário da Obra
        "A Equação da Felicidade", publicada originalmente sob o título " Solve for Happy", parte de uma premissa simples mas poderosa, a felicidade resulta da diferença entre a nossa precessão dos acontecimentos e as expectativas que tínhamos sobre os mesmos. Não é o que nos acontece que nos torna infelizes, mas sim a forma como pensamos e reagimos perante certos acontecimentos.
        O livro está estruturado em torno de três grandes blocos:

  • 6 grandes ilusões: São crenças que o nosso cérebro constrói e que distorcem a realidade, sendo elas os nossos pensamentos, a nossa identidade, o conhecimento, o tempo, o controlo e, acima de tudo, o medo, que o autor descreve como o avô de todas as ilusões.
  • 7 Ângulos Mortos: São os filtros, assunções, previsões, memórias, rótulos, emoções e exageros invisíveis que o cérebro aplica sem pedir permissão e que nos afastam do que é realmente verdade.
  • 5 Verdades Fundamentais: O agora, a mudança, o amor, a morte e o design, estes são os pilares da felicidade, as únicas coisas reais na vida, às quais nos podemos e devemos agarrar para viver com mais clareza e leveza.
        Um dos momentos mais memoráveis do livro é o exemplo do lápis perdido, que ilustra de forma brilhante como o cérebro pode transformar uma situação absolutamente banal numa catástrofe existencial. É engraçado, é desconfortável, e é completamente reconhecível.
        
    Reflexão Integrativa 
       Nota: Este parágrafo constitui a reflexão integrada com os conteúdos abordados na UC de Técnicas de Negociação, Liderança e Motivação

      A leitura deste livro ganha uma dimensão ainda mais rica quando cruzada com os temas trabalhados na unidade curricular. A teoria de Gawdat liga-se diretamente à auto liderança, um líder eficaz é aquele que consegue focar as suas energias apenas naquilo que verdadeiramente controla, as suas atitudes e ações, em vez de se perder no que não pode mudar. Esta ideia traduz-se nos modelos de liderança que estudámos, onde a inteligência emocional e a capacidade de gerir a própria perspetiva são competências tão importantes quanto qualquer habilidade técnica.
        Por outro lado, os 7 ângulos mortos têm uma aplicação direta na tomada de decisão organizacional, pois os vieses cognitivos que Gawdat descreve são exatamente aqueles que podem comprometer negociações, avaliações de desempenho e a leitura do ambiente de uma equipa. 
        A equação da felicidade questiona também os modelos tradicionais de motivação pelo sucesso extremo, a ideia de que mais resultados equivalem a mais satisfação, o que convida a repensar como motivamos pessoas nas organizações. Para aprofundar estes temas no contexto académico, o ISMAT oferece uma formação que integra precisamente estas dimensões humanas na gestão.

    Opinião
        Escolhi este livro porque a felicidade é algo com que todos lutamos diariamente para encontrar, e raramente paramos para pensar que talvez a estejamos a procurar no sitio errado. O título chamou-me logo à atenção. a ideia de que a felicidade pode ser resolvida como uma equação pareceu-me simultaneamente estranha e fascinante, e foi exatamente essa curiosidade que me fez querer mergulhar nas suas paginas.
        A leitura foi fluída, honesta e, em vários momentos, surpreendentemente tocante. Não esperava que um livro com uma premissa tão racional me fizesse refletir tanto sobre a forma como me relaciono comigo própria e com o que acontece à minha volta. Houve passagens que me fizeram parar, voltar atrás e reler, não porque fossem difíceis de entender, mas porque eram difíceis de ignorar, o que, no fundo, é exatamente o que um bom livro deve fazer.
        O que mais me marcou foi a levez com que Mo Gawdat enfrenta a vida, mesmo depois de a ter visto desmoronar com a perda do filho. Esperava encontrar amargura ou uma narrativa de superação forçada, mas na verdade encontrei serenidade genuína. Esta obra fez-me pensar na quantidade de sofrimento desnecessário que criamos quando nos deixamos afetar por expectativas que nunca fizemos questão de questionar, e como tantas vezes confundimos o que o cérebro nos apresenta com a realidade tal como ela é.
        Saiu desta leitura com a convicção de que todos deveríamos viver assim: com leveza, mas com consciência. Livres para não sermos escravos das expectativas, mas responsavéis o suficiente para reconhecer que as nossas ações e atitudes são, afinal, as únicas coisas verdadeiramente nossas.
     
    Experiência como Reviewer
        Fazer a review deste livro foi, sem duvida, uma das tarefas mais agradáveis deste semestre. Revisitar os conceitos da obra, para os colocar em palavras, fez-me apreciar ainda mais a mensagem de Mo Gawdat partilha, e espero genuinamente ter conseguido transmitir um pouco dessa energia a quem leu até aqui. Se ficaste com um bichinho de curiosidade e vontade de pegar neste livro, então o meu trabalho está feito, e acredita, não te vais arrepender.

    Sobre o Reviewer

    
    Ola, eu sou a Eva Oliveira, tenho 26 anos e estou no segundo ano de gestão de empresas. Ao longo de toda a minha vida nunca soube bem o que fazer, então em 2018 entrei na universidade em Gestão Hoteleira, mas infelizmente, ou não, porque na vida tudo acontece por uma razão, não me adaptei e sai do curso ao fim de dois meses. E fui trabalhar. Depois de muitos trabalhos entendi uma coisa, muitos chefes em Portugal não dão valor aos funcionários que têm, e foi então que decidi que, apesar de não saber bem em que setor trabalhar, iria abrir uma empresa minha, uma ou duas ou três... o que posso dizer, sou uma sonhadora nata.Foi então que decidi que precisava de uma base estruturada para tal, e então entrei em Gestão de Empresas no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes, acho que foi um otimo passo para o meu desenvolvimento cognitivo, e de entendimento de como funciona uma empresa nos "back office". 
        Agora no segundo semestre, do segundo ano a professora Patrícia Araújo, desafiou-nos a fazer esta book review que aumentou muito a minha visão do mundo no geral, e de que forma devemos olhar para os acontecimentos da nossa vida de uma forma mais leve.
        Desde já agradeço à Professora Patrícia Araujo pela oportunidade de publicação desta Book Rview, e agradeço tambem a você, caro leitor que me acompanhou até este ponto, espero que tenha enriquecido o seu conhecimento literario, e que tenha ficado com vontade de ler este incrivel livro que todo o mundo deveria ler e adaptar para o seu dia a dia.

    Para citar este texto, utilize o seguinte modelo:

    
    Oliveira, E. (2026). Resolva Ser feliz - Book Review de A Equação da Felicidade, de Mo Gawdat. Book Review orientada por PhD Patrícia Araújo no âmbito da unidade curricular de "Técnicas de Negociação, Liderança e Motivação". ISMAT - Instituto Manuel Teixeira Gomes.

O Poder de Ignorar o Que Não Importa - Book review do livro "A arte súbtil de dizer que se f*da"

  O Poder de Ignorar o Que Não Importa - Book review do livro "A arte súbtil de dizer que se f*da" Introdução: O presente relatóri...