quarta-feira, 25 de março de 2026

Book Review "O Movimento Slow- Carl Honoré"- por Bárbara Barbalho


"Organizações Positivas: Manual de Trabalho e Formação"- por Beatriz Seromenho

 

BOOK REVIEW

Organizações Positivas

Manual de Trabalho e Formação para desenvolver as forças dos indivíduos e das organizações

 

 


 

  

 Discente: Beatriz Alves Seromenho

Docente: Professora Doutora Patrícia Araújo

Unidade Curricular: Bem-estar Organizacional

 

 

Mestrado em Gestão de Recursos Humanos e Intervenção Organizacional

Portimão 12 de abril de 2026

 

O livro que decidi ler foi escrito por Miguel Pina e Cunha, Arménio Rego, Miguel Pereira Lopes e Mário Ceitil, tendo a sua primeira impressão ocorrido em 2008, pela editora Edições Sílabo. A obra intitula-se como” Organizações Positivas: Um Manual de Trabalho e Formação para desenvolver as forças dos indivíduos e das organizações”. Insere-se no campo da psicologia positiva aplicada às organizações, área de estudo que me desperta interesse e que motivou na escolha do livro.  Esta área procura compreender e analisar de que forma as emoções positivas, as relações interpessoais saudáveis e as práticas de liderança construtivas podem contribuir para o bem-estar e para o desempenho organizacional.

Logo no início, ainda antes de iniciar o primeiro capítulo, os autores começam por identificar os possíveis destinatários da obra, sugerindo a sua leitura a professores, formadores, gestores, estudantes, investigadores e a todos aqueles que poderão se interessar pela temática das organizações positivas. Esta diversidade de destinatários demonstra que a obra foi pensada para alcançar um público bastante abrangente, não se limitando apenas ao meio organizacional. Pelo contrário, pretende também chegar a profissionais que, no seu quotidiano de trabalho, lidam com desafios relacionados com a gestão de pessoas, a motivação das equipas e a criação de ambientes saudáveis. O livro apresenta uma linguagem acessível e utiliza muitos exercícios práticos para que o leitor possa aplicar ao seu contexto.

A obra está organizada em quatro partes principais. Na parte inicial, é apresentada uma abordagem mais teórica, onde é feita uma contextualização de conceitos fundamentais da gestão, com especial enfoque na liderança positiva e nos princípios que lhe estão associados. Nesta primeira parte, os autores procuram introduzir o leitor no conceito de organizações positivas, explicando que estas se caracterizam por valorizar os pontos fortes dos indivíduos, promover relações de confiança e incentivar práticas que reforcem a cooperação e o sentido de pertença. Em vez de se focarem apenas nos problemas ou nas falhas, estas abordagens procuram identificar aquilo que funciona bem dentro das organizações e valorizar as características de todos os envolvidos. Assim, a liderança positiva apresenta-se como um estilo de liderança que procura desenvolver o potencial individual dos colaboradores, promover o reconhecimento e estimular um ambiente de trabalho baseado no respeito, na valorização e no bem-estar das pessoas.

Na segunda parte, são propostos diversos exercícios, dirigidos tanto ao leitor individual como à sua equipa de trabalho. Estes exercícios incentivam à reflexão através de desafios práticos. A título de curiosidade destaco o exemplo que é feito em um dos exercícios através da analogia do camelo (pág. 135), um animal capaz de percorrer grandes distâncias no deserto, demonstrando elevada resistência em contextos adversos. A partir desta analogia, o livro pretende que o leitor reflita sobre a existência de colaboradores com características semelhantes nas organizações. Através deste tipo de comparação, os autores procuram um maior conhecimento dentro da organização aproximando-os de situações concretas do quotidiano profissional. A analogia do camelo permite refletir sobre a resiliência, competência esta cada vez mais valorizada nas organizações contemporâneas. Numa atualidade marcada por mudanças constantes, pressões profissionais e desafios organizacionais, a capacidade de adaptação e de resistência face às adversidades torna-se uma qualidade fundamental para os trabalhadores e para as equipas.

A importância do sorriso é também abordada neste capítulo, levando-me a refletir sobre uma vertente que até então desconhecia ou não atribuía tanta importância. Para iniciar este tema o livro faz referência a um estudo realizado entre 2003 e 2006, com uma amostra de 160 pessoas, entre os 25 e os 60 anos, diagnosticadas com depressão. Os resultados indicam que expressões como o sorriso largo e o sorriso superior podem ter um impacto positivo no tratamento, contribuindo, a longo prazo, para a valorização de pensamentos positivos em detrimento dos negativos. Este exemplo demonstra que pequenos comportamentos, aparentemente simples, podem ter efeitos significativos no estado emocional das pessoas.

Este aspeto é depois aplicado, ao contexto organizacional, com recurso a exemplos reais de empresas que consideram este tipo de característica no processo de recrutamento e seleção. Ainda que de forma indireta, os benefícios desta prática acabam por se refletir no ambiente organizacional, nomeadamente ao nível do bem-estar, das relações interpessoais e do clima positivo nas equipas. Ao apresentarem exemplos concretos de organizações que valorizam estas características, os autores demonstram que a gestão das emoções e das relações humanas tem um impacto real no funcionamento das empresas. Organizações que incentivam ambientes de trabalho positivos tendem a apresentar níveis mais elevados de satisfação profissional, maior cooperação entre os membros das equipas e uma redução de conflitos interpessoais. Consequentemente, estes fatores acabam também por influenciar positivamente a produtividade e a eficácia organizacional.

No exercício intitulado “Indução da Positividade”, são também apresentados os benefícios e as melhorias que pequenos gestos podem trazer para o contexto organizacional. Expressões positivas, como o elogio, a cordialidade e a demonstração de empatia, contribuem para fortalecer as relações interpessoais e promover um ambiente de trabalho mais agradável e colaborativo. Particularmente, pretendo aplicar este exercício no meu local de trabalho de forma mais consciente, procurando adotar uma atitude mais atenta e intencional nas minhas interações diárias.

O exercício em si, propõe que seja registada ao longo do tempo a ação positiva praticada e o impacto que teve no colega. Este exercício parece-me especialmente interessante porque demonstra que mudanças aparentemente simples podem gerar efeitos positivos no ambiente organizacional. Além disso, o facto de registar as ações realizadas e os seus impactos permite ao leitor desenvolver uma maior consciência sobre a influência do seu comportamento nas relações profissionais.

Este capítulo reforça também a importância das pessoas nas organizações, destacando o papel fundamental de manter colaboradores motivados, interessados e otimistas. Deste forma, o leitor é estimulado a identificar o tipo de organização em que se insere, bem como o tipo de líder ou colaborador que é. A título de curiosidade, é apresentada uma comparação entre Portugal e outros países europeus. Esta comparação internacional permite compreender que as culturas organizacionais podem variar entre países, influenciando a forma como as pessoas trabalham, comunicam e se relacionam dentro das organizações. Ao refletir sobre estas diferenças, o leitor é incentivado a analisar criticamente o contexto em que se encontra inserido e a identificar possíveis áreas de melhoria no funcionamento da sua própria organização.

Na terceira parte, a liderança positiva e apreciativa é explorada, essencialmente, através de exercícios práticos. Inicialmente, propõe-se uma reflexão sobre a perceção que os colaboradores (ou alunos) têm do líder, recorrendo a vários exemplos de questionários de avaliação em diferentes dimensões da liderança positiva. Destaco, pela sua relevância, os questionários que avaliam a postura e a ligação que os colaboradores estabelecem com os líderes. Posteriormente, são sugeridos exercícios de autoavaliação, promovendo o autoconhecimento e a autorreflexão do próprio líder. Esta parte do livro demonstra que a liderança não deve ser entendida apenas como uma posição hierárquica, mas sobretudo como um conjunto de comportamentos e atitudes que influenciam diretamente os colaboradores. Ao promover exercícios de reflexão e autoavaliação, os autores procuram que os líderes desenvolvam uma maior consciência sobre o impacto das suas decisões e das suas atitudes no clima organizacional. Dessa forma, torna-se possível identificar comportamentos que podem ser melhorados e promover estilos de liderança mais participativos, construtivos e motivadores.

A quarta e última parte é dedicada a questionários de autoavaliação e à compreensão das características organizacionais. O leitor é convidado a responder a vários instrumentos que permitem um maior conhecimento de si próprio e da organização em que se insere. Esta secção centra-se especialmente na avaliação do bem-estar no trabalho e na qualidade das relações interpessoais. A utilização destes instrumentos de autoavaliação permitem ao leitor desenvolver uma análise mais profunda sobre o seu próprio comportamento e sobre o funcionamento da organização em que trabalha.

Na minha opinião, trata-se de uma obra bastante pertinente e prática, especialmente útil para quem exerce funções de liderança, independentemente do contexto. A leitura é bastante acessível e o livro destaca-se pela riqueza de exercícios, dinâmicas e momentos de reflexão. De certa forma, “obriga” o leitor a parar, pensar e analisar a sua realidade, promovendo o desenvolvimento pessoal e profissional. Ao nível coletivo, também se revela um investimento valioso para equipas de trabalho. Considero igualmente que a obra apresenta um contributo relevante para a promoção de ambientes organizacionais mais saudáveis e equilibrados. O livro oferece ferramentas úteis que podem ser aplicadas tanto em contextos empresariais como em instituições públicas ou educativas.

Em síntese, o livro “Organizações Positivas” apresenta-se como um manual que combina fundamentos teóricos com propostas práticas de intervenção, permitindo ao leitor refletir sobre o seu papel dentro da organização e sobre as formas de contribuir para ambientes profissionais mais positivos. Através da valorização das pessoas, da promoção de relações saudáveis e do desenvolvimento de lideranças construtivas, os autores demonstram que é possível construir organizações mais eficazes, sustentáveis e orientadas para o bem-estar coletivo.

Deste modo, a obra revela-se, igualmente relevante para estudantes e profissionais da área da gestão de recursos humanos, constituindo um contributo útil para a reflexão sobre práticas organizacionais orientadas para o desenvolvimento das pessoas e para a promoção do bem-estar no trabalho.

 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes: Book review por Leonor Martins

 Mudam-se os Hábitos, Mudam-se os Resultados: 

Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes

   




     https://www.ismat.pt/pt/







Stephen Richards Covey (1932-2012) foi um escritor, palestrante e consultor norte-americano, conhecido mundialmente na área do desenvolvimento pessoal e pelo seu livro Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes. Nascido em Salt Lake City, formou-se em Administração na Universidade do Utah e obteve depois um MBA na Harvard Business School. Posteriormente, completou um doutoramento na Brigham Young University. Foi reconhecido pela revista Time como um dos 25 americanos mais influentes. 

(Stephen Covey. 2010. In Wikipedia. https://pt.wikipedia.org/wiki/Stephen_Covey)

O livro Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, escrito por Stephen R. Covey, fala sobre como qualquer pessoa pode desenvolver comportamentos e atitudes que aumentam a eficácia na sua vida pessoal e profissional. O objetivo do livro é mostrar através de sete hábitos, como alcançar o sucesso com equilíbrio, valores, e relações positivas.

 

Hábito número 1: Ser Proativo.

Este primeiro hábito explica que, as pessoas eficazes sabem a diferença do que podem e não podem controlar, e têm poder de escolha. O que distingue os humanos dos outros animais é a nossa capacidade de examinar o nosso próprio carácter, e controlar a nossa eficácia. Pessoas reativas acreditam que o mundo está contra elas e que não têm controlo nenhum do que lhes acontece na vida, dizem coisas como “não há nada que possa fazer”, e sentem-se vitimizadas. Pessoas proativas, sabem que possuem responsabilidade e que podem escolher como reagir às situações. De modo a ser proativo, devemos focar-nos nas coisas que sabemos que podemos controlar.

 

Hábito número 2: Começar com o fim em mente.

O segundo hábito fala sobre a importância de ter uma visão clara do futuro. Covey refere que podemos usar a nossa imaginação para desenvolver uma visão daquilo que realmente queremos. Em tudo o que fazemos, devemos começar com um destino claro, assim, teremos a certeza de que estamos a tomar os passos certos em direção ao nosso objetivo. 

 

Hábito número 3: Colocar o mais importante em primeiro. 

Este hábito explica que devemos possuir a disciplina para priorizar as nossas atividades do dia-a-dia com base no que é mais importante, e não o que é mais urgente. No segundo hábito, aprendemos a determinar os nossos objetivos, e perceber o que realmente queremos conquistar, o hábito 3 é sobre ir atrás desses objetivos, e executar bem as nossas prioridades. De maneira a manter a disciplina e o foco necessário, devemos ter a força de vontade de fazer alguma coisa mesmo quando não queremos. Precisamos de saber dizer “não” ao que nos distrai e agir de acordo com os nossos valores e não com os nossos impulsos ou desejos.

 

Hábito número 4: Pensar em Ganhar/Ganhar.

Este quarto hábito, defende que, nas relações e negociações o ideal é que todas as partes saiam beneficiadas. Alguns paradigmas das interações humanas que Covey refere no livro são: 

- “Se eu ganhar, tu perdes”, este tipo de pessoas normalmente usam poder, credenciais e personalidade para conseguirem o que querem;

 - “Eu perco, tu ganhas”, estas pessoas gostam de agradar os outros e procuram força em popularidade e aceitação; 

- “Ambas pessoas perdem”, quando duas pessoas teimosas e egocêntricas interagem, o resultado será ambas perderem. 

- “Ambas ganham”, os acordos e soluções são benéficos para ambas as partes. Se não se conseguir chegar a um acordo, que satisfaça toda a gente, então não deverá haver acordo. A melhor opção será sempre esta, pois as outras irão impactar negativamente um ou ambos os indivíduos. 

Outro fator importante em procurar a opção de Ganhar/Ganhar é, manter uma mentalidade abundante, ou seja, acreditar que existem recursos e oportunidades suficientes para todos nós. Muita gente opera com a mentalidade de escassez, acreditam que se uns ganham, eles não. Estas pessoas possuem dificuldade em partilhar recognição e sentirem-se verdadeiramente felizes pelos outros. Quanto mais focados estamos no Ganhar/Ganhar, mais poderosa será a nossa influência.

 

Hábito número 5: Compreender, e só depois ser compreendido. 

A maioria das pessoas não ouve com a intenção de compreender o outro. Ouvem com a intenção de responder. Se pretende ter melhores relações interpessoais, melhores resultados no trabalho, melhores conexões, pare de ouvir para responder e comece a ouvir para perceber o outro. Quando as pessoas sentem-se compreendidas, tendem a confiar mais e a serem mais recetivas ao diálogo, facilitando assim, a resolução de conflitos e o fortalecimento de relações

 

Hábito número 6: Sinergia.

Este hábito refere-se à capacidade de trabalhar em equipa, e saber que duas cabeças a trabalhar na mesma equipa, é melhor que duas cabeças a trabalhar individualmente. Ninguém num grupo é mais inteligente que o grupo inteiro. Juntos, todos atingem mais. Para criar sinergia positiva, é necessário largar o nosso egoísmo e começar a pensar como um membro da equipa, respeitando ideias diferentes e aproveitando os pontos fortes de cada pessoa para criar soluções. Para Covey, a sinergia surge quando os hábitos anteriores, especialmente o hábito 4, já estão bem desenvolvidos. Somente quando há respeito e compreensão mútua é que um grupo consegue combinar as suas forças e minimizar as suas fraquezas. 

 

Hábito número 7: “Afiar a Serra”. 

Por fim, o sétimo hábito simboliza a necessidade de renovação contínua em todas as áreas essenciais da vida. O nome deste hábito vem da metáfora de um lenhador que, por estar exausto e a trabalhar com a serra desgastada, demora cada vez mais tempo a cortar as árvores. Em vez de parar um pouco e afiar a serra, insiste em continuar a trabalhar, e acredita que parar seria uma perda de tempo. Este exemplo mostra que, perdemos eficácia quando não cuidamos de nós próprios. Covey explica que o ser humano precisa de se renovar em quatro dimensões fundamentais: a física, a mental, a social/emocional e a espiritual. 

A renovação física consiste em cuidar do corpo através de uma alimentação saudável, descanso e exercício regular. 

A renovação mental refere-se à aprendizagem contínua, o uso da criatividade e do desenvolvimento intelectual. Ler, estudar e explorar novos conhecimentos permite-nos a continuar a crescer e a adaptarmo-nos às mudanças constantes da vida.

A renovação social/emocional, consiste em conviver com pessoas que nos fazem bem, desenvolver empatia e fortalecer laços positivos, pois ajuda-nos a sentir apoio e equilíbrio emocional.

A renovação espiritual, corresponde à importância de viver de acordo com os nossos valores, crenças e propósito de vida. Esta dimensão dá significado às nossas escolhas e orienta a maneira como encaramos o mundo.

Assim, “Afiar a Serra” não é um luxo, mas sim uma necessidade importante para garantir que continuamos a evoluir e a ser eficazes ao longo do tempo. O crescimento pessoal nunca acaba, e o investimento em nós próprios é a base para uma vida feliz, produtiva e com propósito.

 

A leitura de Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes oferece ferramentas práticas e ao mesmo tempo uma espécie de guia filosófico para um crescimento gradual. Os hábitos são explicados com exemplos claros e estratégias aplicáveis, tornando-os acessíveis para quase todas as pessoas. Os hábitos são divididos em três etapas, sendo os três primeiros quando precisamos dos outros para agir (dependência), os três seguintes quando assumimos controlo da própria vida (independência), e o último hábito, quando aprendemos a trabalhar de forma eficaz com os outros (interdependência), que ajuda a compreender que a eficácia pessoal é a base para relações saudáveis e um trabalho em equipa produtivo. 

 

Este livro ajuda a superar a resistência à mudança ao ensinar hábitos que promovem a proatividade e boa comunicação. Ser proativo permite enfrentar a mudança com atitude, em vez de resistir passivamente. Ter um objetivo definido dá sentido ao processo e reduz o medo do desconhecido. Ouvir os outros com empatia ajuda a criar confiança e a diminuir receios. Trabalhar em equipa e valorizar as diferenças, facilita a aceitação da mudança transformando-a numa oportunidade de crescimento. 

 

A razão de ter escolhido este livro, foi porque me pareceu um livro muito interessante e relevante para o meu desenvolvimento pessoal e também profissional. Já tinha ouvido falar várias vezes da sua relevância, especialmente na área da liderança e da gestão. Quis ler por mim própria os sete tão famosos hábitos e aproveitei esta oportunidade para tal. O livro fez-me sem dúvida refletir sobre os meus próprios hábitos e motivou-me a melhorá-los. Como futura gestora de recursos humanos, este livro ofereceu-me lições valiosas que irei aplicar no futuro de modo a melhorar a minha liderança e gestão de equipas como promover a proatividade na equipa, valorizar as diferenças e promover a colaboração, gerir melhor as prioridades e ajudar a equipa a alinhar as suas tarefas e projetos com objetivos claros e significativos para que todos saibam o “porquê” do seu trabalho.

 

 

 

 

Leonor Martins,

Estudante de Gestão de Recursos Humanos.

 

Email: leonornm.martins@gmail.com



Caro/a Leitor, para Citar esta book Review, use esta referência final:

 

Último nome, Primeira Inicial. (Data). Título da Book Review. Book Review Orientada por PhD Patrícia Araújo no âmbito da unidade curricular de “Métodos de Intervenção e Desenvolvimento Organizacional”. ISMAT- Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes.

Disponível em: COLOCAR LINK Completo.

 

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