segunda-feira, 15 de junho de 2026

Lições para a vida - “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” - Book Review por Carolina Lima

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 Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes

Licenciatura em Gestão de Empresas – Ano Letivo 2025/2026

2º ano – 2º semestre

Trabalho no âmbito da UC de Técnicas de Negociação, Liderança e Motivação

Docente: Patrícia Araújo






Lições para a vida - “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” - Book Review




Fig 1: Capa do livro





Discente: Carolina Lima

21 de maio de 2026




Biografia do autor

Stephen R. Covey (1932–2012) foi um dos pensadores de liderança e desenvolvimento pessoal mais influentes do século XX. Nasceu em Salt Lake City, Utah, nos Estados Unidos, e dedicou grande parte da sua vida à investigação sobre carácter, eficácia e princípios universais de comportamento humano.

Reconhecido pela revista Time como um dos vinte e cinco americanos mais influentes, Covey foi professor universitário na Brigham Young University, consultor organizacional e fundador da empresa FranklinCovey. Os seus livros venderam mais de 40 milhões de exemplares em mais de cinquenta línguas em todo o mundo.

Além de Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, Covey escreveu outras obras de referência como O 8.º Hábito, Primeiro as Coisas Mais Importantes e Os 7 Hábitos das Famílias Altamente Eficazes. O seu trabalho continua vivo através da organização FranklinCovey, que desenvolve formações e metodologias baseadas nos seus princípios em todo o mundo.

O seu estilo combina investigação científica com narrativas pessoais e exemplos do quotidiano, tornando temas complexos acessíveis a qualquer leitor. Stephen R. Covey permanece uma das vozes mais importantes na área da liderança e do desenvolvimento humano. Mais informações disponíveis em www.stephencovey.com.


Fig. 2: Autor do livro




Resumo do livro

“Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, de Stephen R. Covey, é uma obra que foi publicada em 1989 que propõe uma abordagem baseada em princípios para alcançar eficácia pessoal e profissional de forma sustentável. Covey defende que o verdadeiro sucesso não depende de técnicas rápidas ou da imagem que projetamos, depende de uma transformação interior, no caráter, nos valores e na forma como nos relacionamos com os outros.

O livro começa por distinguir dois grandes paradigmas: a Ética de Carácter, baseada em princípios como a integridade, responsabilidade e honestidade; e a Ética de Personalidade, centrada na imagem, no carisma, e nas técnicas de influência. Para Covey, só a primeira conduz a resultados verdadeiros e duradouros.


A partir desta distinç

ão, o autor apresenta os sete hábitos divididos em dois grandes blocos: os três primeiros focam-se na vitória privada, a relação de cada um consigo mesmo; os seguintes na vitória pública, a relação com os outros. O sétimo hábito atravessa ambas as dimensões, centrando-se na renovação contínua.

1º hábito - Seja Proativo: Entre o estímulo e a resposta existe sempre uma escolha. Ser proativo significa agir segundo os próprios valores, concentrando a energia naquilo que podemos controlar, ou seja, o Círculo da Influência, em vez de gastar tempo com o Círculo da Preocupação, ou seja, tudo aquilo que nos preocupa, mas nem sempre conseguimos controlar.

2º hábito -  Começar com um objetivo em mente: Todas as coisas são criadas duas vezes: primeiro na mente, depois na prática. Este hábito encoraja a definir uma missão pessoal clara que orienta todas as decisões. 

3º hábito - Primeiro o mais Importante: Ser eficaz não é fazer tudo, mas saber priorizar. A Matriz do Tempo, que está dividida em quatro quadrantes, sendo o foco no Quadrante II, atividades importantes, mas não urgentes, como planeamento, prevenção e desenvolvimento pessoal.

4º hábito - Pense Win-Win: As melhores relações constroem-se quando ambas as partes se beneficiam. A mentalidade de abundância que é a crença de que o sucesso de um não impede o sucesso do outro, é a base de relações eficazes.

5º hábito - Procure Primeiro Compreender, Depois Ser Compreendido: A escuta empática é o fundamento da comunicação eficaz. Covey propõe que diagnosticamos antes de prescrever, compreendendo verdadeiramente o outro antes de partilharmos o nosso ponto de vista.

6º hábito - Crie Sinergia: A cooperação criativa, baseada no respeito pelas diferenças, permite alcançar resultados que nenhum indivíduo conseguiria sozinho. O todo é maior do que a soma das partes.

7º hábito -  Afine o Instrumento: A eficácia precisa de renovação contínua. Este hábito defende o cuidado equilibrado com o corpo, a mente, as emoções e os valores, para manter energia, equilíbrio e capacidade de aplicar todos os outros hábitos de forma sustentável.

O livro termina com uma reflexão sobre a interdependência entre os hábitos e a ideia de que a eficácia real é um equilíbrio entre produção e capacidade de produzir, ou seja, entre resultados e o cuidado com quem os alcança.



Opinião pessoal:

O que mais gostei no livro foi da forma como Covey escreve. O autor recorre constantemente a exemplos da sua própria vida, tanto pessoais como profissionais, e utiliza diálogos para ilustrar cada hábito. Esta abordagem tornou a leitura muito mais fluida e fácil de acompanhar. 

Apesar de os sete hábitos, à primeira vista, parecem simples, ser proativo, ouvir o outro, pensar em soluções que beneficiem todos, a forma como o autor os interpreta e aprofunda é o que torna o livro verdadeiramente interessante. Covey consegue dar uma nova dimensão a ideias que podíamos considerar óbvias, mostrando que a sua aplicação exige reflexão, disciplina e, acima de tudo, uma mudança de mentalidade. 

No geral, foi uma leitura que superou as minhas expectativas e que recomendo a qualquer pessoa, independentemente da área em que estuda ou trabalha.



Integração com a UC

O livro relaciona-se diretamente com a UC de Técnicas de Negociação, Liderança e Motivação em vários pontos.

Em termos de negociação, o 4º hábito, Pense Win-Win, é o exemplo mais claro. A procura de soluções que beneficiem todos é exatamente o que se estuda numa negociação integrativa, onde o objetivo não é ganhar à custa do outro, mas encontrar um resultado positivo para ambas as partes.

Na liderança, os hábitos 1, 2 e 3 mostram que liderar os outros começa por liderar a si próprio. Ser proativo, ter uma visão clara e saber priorizar são competências essenciais de qualquer líder eficaz.

Por fim, na motivação, o 7º hábito lembra que nenhum líder ou profissional se mantém motivado sem cuidar de si próprio nas suas várias dimensões, física, mental, espiritual e emocional.



Sobre mim:

O meu nome é Carolina Lima, tenho 20 anos e frequento o 2ºano da Licenciatura em Gestão de Empresas no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes. Ainda não tenho uma decisão definitiva sobre o meu futuro acadêmico, mas tenho como objetivo entrar no mercado de trabalho numa área relacionada com o que estoestudar e aplicar na prática tudo o que tenho aprendido ao longo do curso.

 

Fig. 3: Carolina Lima


Referências Bibliográficas:

Covey, S. R. (s.d.). Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes [PDF]. Disponibilizado pela professora. Consultado em maio de 2025, em https://pt.slideshare.net/slideshow/os7hbitosdaspessoasaltamenteeficazesstephencovey-1pdf/259618982

Tribo de Líderes. (s.d.). Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes. Consultado em maio de 2025, em https://tribodelideres.com/blog/os-7-habitos-das-pessoas-altamente-eficazes

FNAC. (s.d.). Stephen R. Covey: biografia. Consultado em maio de 2025, em https://www.fnac.pt/Stephen-R-Covey/ia34278/biografia#fulldescription


Caro/a Leitor, para Citar esta Book Review, use esta referência final:

Lima, C. (2026). Os 7 Hábitos de Stephen Covey: Lições para a Vida - Book Review. Orientada por PhD Patrícia Araújo no âmbito da unidade curricular de ‘Técnicas de Negociação, Liderança e Motivação’. ISMAT- Instituto Superior Manuel Teixiera Gomes. Disponível em:

E-mail: Limacarolina1609@gmail.com







segunda-feira, 8 de junho de 2026

O Poder de Ignorar o Que Não Importa - Book review Por Raquel Monteiro do livro "A arte súbtil de dizer que se f*da"


 O Poder de Ignorar o Que Não Importa - Book review do livro "A arte súbtil de dizer que se f*da"






Introdução:

O presente relatório tem como objetivo analisar a obra A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se Fda*, de Mark Manson, publicada em 2016. O livro tornou-se um fenómeno mundial ao apresentar uma abordagem diferente da literatura tradicional de autoajuda, defendendo que a felicidade não resulta da procura constante pelo sucesso ou pelo pensamento positivo, mas sim da aceitação das dificuldades e limitações da vida.

Através de uma linguagem direta e provocadora, o autor desafia o leitor a refletir sobre os seus valores, prioridades e responsabilidades, incentivando uma vida mais autêntica e consciente.




Sobre o autor:

Antes de alcançar o sucesso, Mark Manson enfrentou diversos desafios pessoais e profissionais. Levava uma vida desorganizada, procurava constantemente validação externa e teve várias rejeições enquanto tentava construir uma carreira como escritor.

O ponto de viragem ocorreu quando percebeu que o seu estilo de vida não lhe trazia satisfação. A partir desse momento, começou a focar-se na honestidade consigo próprio, abandonando a necessidade de impressionar os outros. Essa mudança levou à criação de conteúdos mais autênticos, que conquistaram um grande público e culminaram na publicação do livro que o tornou conhecido mundialmente.




Principais Ideias da Obra:

A mensagem central do livro é que nem tudo merece a nossa atenção ou preocupação. Segundo Manson, os problemas e fracassos fazem parte da vida e são essenciais para o crescimento pessoal. Em vez de procurar evitar o sofrimento, devemos aprender a lidar com ele de forma consciente e responsável.

O autor critica o chamado “pensamento positivo tóxico”, argumentando que a sociedade cria expectativas irreais ao promover a ideia de que devemos estar felizes o tempo todo. Para Manson, o sofrimento, a tristeza e as dificuldades são elementos inevitáveis da experiência humana e devem ser aceites como parte do processo de desenvolvimento pessoal.

Outro conceito importante é a necessidade de aceitar as próprias limitações e imperfeições. O autoconhecimento, a aceitação e o foco no que realmente importa são apresentados como caminhos para uma vida mais equilibrada. 



A Importância da Escolha das Batalhas:

Uma das reflexões mais relevantes do livro é a ideia de que todos sofremos, mas podemos escolher por que motivos estamos dispostos a sofrer. O autor defende que o sucesso e a realização exigem esforço, disciplina e sacrifício. Assim, a questão mais importante não é o que desejamos alcançar, mas sim quais dificuldades estamos dispostos a enfrentar para atingir os nossos objetivos.

Esta perspetiva leva o leitor a refletir sobre as suas prioridades e a investir tempo e energia apenas naquilo que considera verdadeiramente importante.

A Crítica à Necessidade de Ser Especial:

No capítulo “Você Não é Especial”, Mark Manson critica a obsessão moderna por ser extraordinário. Segundo o autor, aceitar que somos pessoas comuns permite viver de forma mais tranquila e apreciar os pequenos momentos do quotidiano.

A comparação constante com os outros tende a gerar ansiedade, insatisfação e frustração. Em contrapartida, a aceitação da própria realidade promove equilíbrio emocional e maior satisfação com a vida.


Relação com a Liderança e Comunicação:

A obra apresenta várias ligações aos temas da liderança e comunicação. Em primeiro lugar, destaca a importância de definir prioridades, uma competência essencial para qualquer líder. Além disso, a aceitação dos erros contribui para o desenvolvimento de uma liderança resiliente, baseada na aprendizagem contínua.

No campo da comunicação, o livro incentiva a clareza, a autenticidade e a assertividade. A capacidade de estabelecer limites, dizer “não” quando necessário e comunicar de forma honesta são aspetos fundamentais para relações interpessoais mais saudáveis e eficazes.


Experiência como Leitora:

A leitura de A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se Fda*, de Mark Manson, foi uma experiência interessante e diferente dos livros de desenvolvimento pessoal que habitualmente encontramos. Desde o início, a linguagem direta, simples e sem filtros chamou a minha atenção, tornando a leitura dinâmica e envolvente.

Ao longo do livro, senti que o autor nos confronta com várias verdades que muitas vezes evitamos aceitar. A ideia de que nem sempre temos de ser felizes, perfeitos ou extraordinários fez-me refletir sobre a pressão que a sociedade coloca nas pessoas para alcançarem sucesso constante. Esta abordagem ajudou-me a compreender que os erros, as dificuldades e os momentos menos positivos fazem parte do crescimento pessoal.

Um dos aspetos que mais me marcou foi a importância de escolher onde investir a nossa energia e atenção. Percebi que muitas vezes nos preocupamos com situações que não acrescentam valor à nossa vida, esquecendo aquilo que realmente é importante. O livro levou-me a refletir sobre as minhas prioridades e sobre a forma como enfrento os desafios do dia a dia.

No geral, considero que esta foi uma leitura enriquecedora, que me proporcionou novas perspetivas sobre a felicidade, o sucesso e a aceitação das dificuldades.


Review da Obra:

A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se Fda* é uma obra de desenvolvimento pessoal publicada por Mark Manson em 2016. Ao contrário de muitos livros de autoajuda que defendem o pensamento positivo constante, o autor apresenta uma visão mais realista da vida, baseada na aceitação das dificuldades e imperfeições humanas.

A principal mensagem do livro é que não devemos preocupar-nos com tudo. Como a nossa energia e atenção são limitadas, devemos concentrá-las apenas naquilo que realmente tem importância e significado. O autor defende que o sofrimento é inevitável e que o crescimento pessoal depende da forma como escolhemos enfrentar os problemas.

Entre os pontos fortes da obra destacam-se a linguagem acessível, os exemplos práticos e a capacidade de provocar reflexão. O livro apresenta conceitos simples, mas profundos, que podem ser aplicados na vida pessoal, académica e profissional.

Como ponto menos positivo, algumas pessoas poderão considerar a linguagem utilizada demasiado informal ou provocadora. No entanto, essa característica faz parte da identidade da obra e contribui para transmitir a mensagem de forma mais direta.


Sobre a Reviewer:

O meu nome é Raquel Monteiro e sou estudante de Gestão de Turismo no ISMAT.

Ao escrever esta book review, procurei não apenas analisar a obra A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se Fda*, mas também refletir sobre a forma como as suas mensagens se relacionam com a minha vida pessoal, académica e profissional. A leitura deste livro permitiu-me pensar sobre a importância de definir prioridades, aceitar desafios e desenvolver uma visão mais realista sobre o sucesso e o crescimento pessoal.

Considero-me uma pessoa ativa, curiosa e sempre pronta para enfrentar novos desafios. Gosto de aprender, evoluir e sair da minha zona de conforto, tanto a nível pessoal como profissional. Acredito que o desenvolvimento contínuo é essencial para alcançar objetivos e construir um futuro sólido.

Na minha opinião, a liderança começa pelo autoconhecimento e pela capacidade de assumir responsabilidades pelas próprias escolhas. Um bom líder deve saber ouvir, comunicar de forma clara, inspirar confiança e tomar decisões conscientes, mesmo perante dificuldades. Mais do que dar ordens, liderar significa orientar, motivar e contribuir para o crescimento das pessoas à nossa volta. 

Relativamente à área do turismo, considero que é um setor dinâmico, desafiante e em constante evolução. Os profissionais desta área precisam de desenvolver competências de comunicação, organização, adaptação e liderança para responder às necessidades de clientes cada vez mais exigentes. Como futura profissional de Turismo, pretendo continuar a desenvolver estas competências, contribuindo para criar experiências positivas e memoráveis para os visitantes, sempre com profissionalismo, responsabilidade e dedicação.



Caro Leitor/a,  para citar esta Book Review, use esta referência final:

Monteiro, R. (2026). O Poder de Escolher: Uma Book Review sobre Liderança, Comunicação e Desenvolvimento Pessoal em A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se Fda.* Book Review orientada por PhD Patrícia Araújo no âmbito da unidade curricular de Técnicas de Liderança e Comunicação. ISMAT – Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

A arte de viver com propósito - Book Review por Marta Freitas, do livro "O Monge que vendeu o seu Ferrari"

   

 A arte de viver com propósito  


Book Review do livro "O Monge que vendeu o seu Ferrari"


Sobre o autor:

Nascido a 16 de junho de 1964, em Port Hawkesbury, no Canadá, Robin Sharma tornou‑se uma das vozes mais influentes no campo da liderança e do desenvolvimento pessoal. 
Formado em Direito e antigo advogado, Robin Sharma deixou a carreira jurídica para se dedicar à escrita e ao coaching, tornando-se rapidamente uma referência mundial. As suas obras, traduzidas para mais de 50 idiomas, combinam espiritualidade, psicologia positiva e estratégias de alta performance, sempre com foco na liderança interior e no autodomínio. 


Sumário da obra: 

"O monge que vendeu o seu Ferrari", publicado em 1996, apresenta a transformação profunda de Julian Mantle, um advogado brilhante mas emocionalmente esgotado, que vive preso ao ritmo frenético do sucesso material. Após sofrer um colapso físico em pleno tribunal, Julian percebe que a sua vida, embora admirada por muitos, estava vazia de propósito e equilíbrio. Decide então abandonar tudo, e parte para a Índia em busca de respostas.

Nos Himalaias, encontra os Sábios de Sivana, uma comunidade dedicada à sabedoria, disciplina e autodomínio. É com eles que Julian aprende sete princípios fundamentais para viver com mais consciência e plenitude: dominar a mente, definir objetivos com propósito, cultivar disciplina, valorizar o tempo, servir os outros, viver no presente e praticar kaizen, a melhoria contínua.

Através de metáforas simples e ensinamentos práticos, Robin Sharma constrói uma narrativa inspiradora que convida o leitor a refletir sobre o verdadeiro significado de sucesso, felicidade e liderança interior.


Reflexão integrativa com a unidade curricular (UC), Técnicas de liderança e Comunicação:

A leitura de "O Monge que Vendeu o Seu Ferrari" permitiu-me estabelecer uma ligação direta com os conteúdos trabalhados na UC de Técnicas de Liderança e Comunicação, sobretudo no que diz respeito ao desenvolvimento da liderança interior, da motivação intrínseca e da gestão emocional. Tal como explorado nas aulas, a liderança eficaz começa no autoconhecimento e na capacidade de cada indivíduo gerir os seus próprios pensamentos, emoções e comportamentos antes de influenciar os outros. 

A jornada de Julian Mantle reflete precisamente esta premissa: ele só se torna verdadeiramente capaz de liderar quando aprende a dominar a mente, a definir objetivos com propósito e a cultivar disciplina, competências essenciais para qualquer líder contemporâneo. Além disso, o livro reforça conceitos abordados na UC, como a importância da comunicação consciente, da negociação baseada em empatia e da motivação sustentada por valores internos, e não por recompensas externas. 

Assim, a obra funcionou como um complemento prático e inspirador da teoria estudada, ajudando-me a consolidar aprendizagens e a compreender como a liderança começa sempre por um processo de transformação pessoal.


Experiência como leitora:

Ler "O Monge que Vendeu o Seu Ferrari" foi uma experiência transformadora, não apenas enquanto estudante, mas sobretudo enquanto pessoa. A narrativa levou-me a refletir sobre aspetos da minha própria vida que muitas vezes ficam esquecidos no meio da rotina: o equilíbrio emocional, a gestão do tempo, a disciplina e, acima de tudo, o propósito.

 Senti que o livro me convidou a abrandar, a observar os meus hábitos e a questionar se estou realmente a viver de acordo com aquilo que considero importante. Algumas das práticas sugeridas, como o foco no presente, a melhoria contínua e o cuidado com a mente, fizeram-me perceber que pequenas mudanças diárias podem ter um impacto enorme no bem-estar e no desempenho académico. 



Experiência como Reviewer:

Escrever esta book review foi, para mim, um processo tão transformador quanto a própria leitura do livro. Ao reler as minhas notas, organizar ideias e refletir sobre as mensagens transmitidas pelo livro, percebi que a escrita me obrigou a aprofundar conceitos que, inicialmente, tinha apenas compreendido de forma mais superficial. Ser reviewer não foi apenas descrever o conteúdo, mas sim revisitar cada ensinamento e questionar o seu impacto na minha vida, nos meus hábitos e na forma como encaro a liderança.

No final, fiquei com a sensação de que este livro não é apenas para ser lido, mas também para ser vivido.


Sobre a Reviewer:

O meu nome é Marta Freitas e sou estudante de Gestão de Turismo no ISMAT. Ao escrever esta book review, procurei não só analisar a obra, mas também refletir sobre o seu impacto no meu próprio percurso académico e pessoal. Considero-me uma pessoa curiosa, dedicada e motivada a crescer continuamente, e esta experiência permitiu-me aprofundar essa vontade de evoluir. Acredito que a liderança começa dentro de nós, e é exatamente essa consciência que procuro desenvolver enquanto futura profissional na área do turismo.



 Caro/a Leitor, para citar esta Book Review, use esta referência final:

Freitas, M. (2026). O Monge que Vendeu o Seu Ferrari – Uma Book Review sobre Liderança Interior e Transformação Pessoal. Book Review orientada por PhD Patrícia Araújo no âmbito da unidade curricular de ‘Técnicas de Liderança e Comunicação’. ISMAT – Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes. 









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